A musa e o escritor
7 fevereiro, 2007 at 8:36 am Deixe um comentário
Ignácio de Loyola Brandão não é qualquer um. Jornalista – trabalhou na Última Hora e na TV Excelsior –, amante do cinema – quis ser roteirista e, por causa disso, mudou-se para a Itália no início dos anos 60. Diz que assistiu 53 vezes ao filme Oito de Meio de Federico Fellini. Hoje é um escritor reconhecido internacionalmente e publica suas crônicas no Caderno 2, do jornal O Estado de S.Paulo.
Por sua brilhante carreira, chama atenção o belíssimo (e apaixonado) texto que ele escreveu sobre Cláudia Abreu. Na realidade, ele começa a falar de novelas, ou melhor das novelas de Gilberto Braga… mais precisamente, de Celebridade. Faz uma rápida crítica social mas, seu assunto mesmo é Cláudia. Diz o escritor:
Completa, admirável, atriz que tem talento, tem recursos, voz, sabe onde colocar as mãos, conhece o tom exato de um diálogo, tem uma raiva interior que assoma aos olhos, transpira em cada poro. Sua interpretação é contida, tem ritmo, acelera, desacelera, ela sabe o momento exato de puxar o freio, transforma o ódio em doçura em dois segundos.
Depois das palavras de Loyola Brandão, qualquer coisa que se escreva sobre Cláudia Abreu parece supérfluo. Escrito em julho de 2004, o texto ainda é atual e define a atriz em todas as suas nuances. Leia, então, o texto aqui e veja como a musa inspirou o escritor.
Saiba mais sobre Cláudia Abreu nos seguintes links:
Adoro Cinema – Filmografia com links dos filmes no site
IMDb – Internet Movie Database
Revista Oi – Entrevista
Saiba mais sobre Ignácio de Loyola Brandão clicando abaixo:
Releituras – Ótima página com um resumo biográfico e bilbiográfico
Educarede – Resumo biográfico e resenhas.
Submarino e Americanas- Os livros do escritor nas duas lojas virtuais
Quer ler o roteiro de alguns capítulos de Celebridade? Então visite o banco de roteiros do site Roteiro de Cinema.
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