Joel Silveira, o jornalista

Joel SilveiraNa última quarta-feira, dia 15, a imprensa do Brasil ficou órfã de um de seus maiores representantes, o repórter que revolucionou o jornalismo brasileiro, Joel Silveira, precursor do jornalismo literário e autor de uma formidável cobertura da participação brasileira na Segunda Grande Guerra. Para entender a importância deste jornalista, basta ler os diversos links que indico abaixo e conhecer os seus livros.

A imagem ao lado (clique nela para ampliá-la) fiz a partir da foto de Camila Maia, publicada no site do jornal O Globo.

Clique aqui para ler depoimentos de oito jornalistas publicados no site da ABI.

Veja como diversos veículos noticiaram o passamento deste brilhante jornalista e repare que o Estadão publicou a notícia em Arte & Lazer, da editoria Variedades, que é uma seção, no mínimo, estranha para dar essa notícia:
ABI Online (Associação Brasileira de Imprensa)
Folha Online (Folha de S.Paulo)
Portal G1 (Portal de notícias da Globo)
O Globo Online (O Globo)
Último Segundo (IG)
Estadão.com.br (O Estado de S.Paulo)
Blog do Geneton Moraes Neto ou
texto publicado no Fantástico

Para saber mais, leia:
Verbete na Wikipédia.
A Testemunha Ocular da História, por Leão Serra
Histórias que dão Prazer, por Gonçalo Júnior (Texto publicado originalmente na Gazeta Mercantil)
Texto no blog Breves Notas

Leia também o texto que o jornalista Helio Fernandes publicou em sua coluna de ontem, na Tribuna da Imprensa, que transcrevo neste link.

Joel Silveira fala:
Fama & Anonimato, por Darlan Alvarenga, publicada no IG.
Punhal de Víbora, por Francisco Alves Filho, publicada na Isto É
O Estado Novo e o Getulismo,
por Gilberto Negreiros, publicada na Folha de S.Paulo, Almanaque
Depoimento a Geneton Moraes Neto
Quem Disse que Víbora Não Fala?, por Geneton

Livros de Joel Silveira:
O Inverno da Guerra
A Milésima Segunda Noite da Avenida Paulista
A Feijoada que Derrubou o Governo
Diário do Último Dinossauro
Livros de Joel Silveira no Submarino, na Siciliano e no Comprar Livros

Texto de Joel Silveira:
Rio (em Releituras)

Em maio deste ano, Silveira foi homenageado pela Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo) no 2º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo.

17 agosto, 2007 at 1:56 pm Deixe um comentário

Helio Fernandes escreve sobre Joel Silveira

O texto abaixo foi publicado ontem, na coluna do Helio Fernandes, em seu jornal Tribuna da Imprensa. Leia o texto de um jornalista lendário sobre outro:

Joel Silveira

Morre o escritor e jornalista Joel Silveira

O maior repórter do Brasil

Logo pela manhã recebo a notícia que me comove e me entristece. Passo em revista os mais de 60 anos de amizade, de convivência, de admiração por Joel Silveira, o homem que durante quase 70 anos foi considerado o maior repórter brasileiro. Se no Brasil houvesse um Prêmio Pulitzer (destinado apenas a repórteres-escritores), quase todo ano ou a cada livro, teria que ser entregue ao Joel.

Chegando ao Rio vindo de Sergipe (espero que deputados e senadores desse estado de tantas tradições culturais façam homenagem, não apenas singelas mas veementes), Joel logo se destacou e agitou o jornalismo, com a formidável reportagem, intitulada “Os grã-finos de São Paulo”.

Tinha 20 anos, morre com 88, foram 68 anos de liderança, de prestígio, de trabalho duro mas apaixonado. Além de repórter maior, foi diretor de jornais diários e semanários de combate, que transformava em alavancas e pontos de apoio para arrombar as portas do Poder desprezível, das injustiças contra a coletividade, para denunciar as ditaduras.

Sua capacidade de trabalho era impressionante. Tem uma dezena de livros, do repórter e do escritor, os dois conviviam na maior intimidade. Sobre a FEB, da qual participou na Itália, o melhor livro e o mais elucidativo é o dele. (Excluído naturalmente os dois publicados pelo coronel, depois general, Floriano de Lima Brayner, chefe do Estado Maior do marechal Mascarenhas de Moraes, comandante da FEB. Libelo tremendo contra o então tenente-coronel Castelo Branco, a quem Lima Brayner denuncia e responsabiliza, com provas, pelo fracasso de Monte Castelo e não apenas esse).

Joel não parou de trabalhar um dia que fosse. Depois que deixou o jornalismo da rua, de participação direta nos fatos, contando-os e influenciando-os, Joel se dedicou à função de tradutor, o que fazia com maior ou menor facilidade em várias línguas. Precisava viver, embevecido e entusiasmado pela obsessão de servir à coletividade, esqueceu de cuidar da própria vida. Iracema, devotada e a vida inteira encantada por ele, foi a inspiradora, agora desolada e sozinha.

Trabalhamos juntos muitas vezes, nossas rebeldias se juntavam de forma indissolúvel. Dirigiu o “Semanário”, com grandes figuras do jornalismo, como Ruben Braga, Osvaldo Costa e outros, que surgiriam dali para a glorificação.

Foi sempre, pessoalmente, um extraordinário gozador. O grande ex-prefeito do Distrito Federal (um dos maiores) Henrique Dodsworth, depois que voltou de embaixador em Portugal, foi nomeado presidente do Banco do Distrito Federal. No patrimônio desse banco, um jornal, “A Vanguarda”, de tradição na imprensa carioca.

Dodsworth convidou Joel para dirigir essa “Vanguarda”, mas avisou logo: “Desculpe, mas não há dinheiro”. Assim mesmo Joel fez um jornal belíssimo, as manchetes feitas por ele, primorosas, a Primeira, marcante. Um dia, visitando a redação, um famoso escritor comentou: “O jornal está ótimo, Joel, mas não tem notícia”. E Joel, em cima do fato: “Não tem a menor importância, quem quer notícia compra O Globo“.

PS – A partir de hoje, a Academia fica durante uma semana com a bandeira a meio-pau. Não é homenagem nem saudade.

PS 2 – É o luto e a vergonha da própria Academia, que em duas oportunidades não elegeu Joel SilveiraJoel.

Joel Silveira O maior jornalista da sua geração, poderia ter sido enterrado de fardão. Não acrescentaria muito, mas a Academia não ficaria tão atingida.

17 agosto, 2007 at 1:55 pm Deixe um comentário

Campanha do Mackenzie é premiada em Cannes

Cannes Lions
A campanha desenvolvida pela Publicis Brasil para a Universidade Mackenzie recebeu o Leão de Ouro no Festival de Publicidade de Cannes 2007 (Cannes Lions 2007) na categoria Imprensa (Press – Commercial Public Services) com as peças Winston Churchill, Benjamin Franklin e Leonardo da Vinci.

Com isso o Mackenzie se torna a primeira universidade brasileira a ter uma campanha premiada naquele festival internacional.

Veja as peças visitando o Clube de Criação de São Paulo ou clicando nos links a seguir: LeonardoBenjamin FranklinWinston Churchill

Veja a relação dos ganhadores nesta categoria, clicando aqui

Segundo a assessoria de imprensa da instituição, a campanha ‘Círculos’ incentiva a pós-graduação, mostrando que o conhecimento adicional é o que diferencia as pessoas. O conceito é representado pela intersecção dos “círculos de conhecimento” de cada figura histórica. Leonardo da Vinci, por exemplo, está na intersecção dos círculos dos pintores, engenheiros e inventores. Winston Churchill se destaca entre políticos, historiadores e jornalistas. Por sua vez, Benjamin Franklin acumula os conhecimentos de cientistas, jornalistas e diplomatas.

Ficha Técnica
Título: WINSTON CHURCHILL/ BENJAMIN FRANKLIN / LEONARDO DA VINCI
Anunciante: MACKENZIE
Produto: Universidade
Agência: PUBLICIS BRASIL
Direção de Criação: Guilherme Jahara/ Rodolfo Sampaio
Redação: Marcelo Sato
Direção de Arte: André Gola / Guilherme Jahara
Atendimento: Rogerio Lima
Aprovação: Monica Borja/Luciana Sabbadini/Vladimir Cruz

20 junho, 2007 at 9:34 pm Deixe um comentário

Carta a uma paixão definitiva

Carta a uma paixão definitivaCaros leitores, atenção para um importante aviso:
Nesta terça-feira, dia 19 de junho às 19 horas, o considerado jornalista Moacir Japiassu, autor da coluna semanal Jornal da ImprenÇa, publicada no site Comunique-se, estará autografando seu novo livro de crônicas – Carta de uma Paixão Definitiva – na recém-(re)inaugurada Livraria Cultura do Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, em São Paulo.

Não perca esta noite de autógrafos. Afinal, não é sempre que Japiassu sai de sua toca no Engenho Maravalha…

Moacir Japiassu no Engenho MaravalhaNão deixe de ler também a ótima entrevista que Japiassu deu à Solange Noronha, do site da Associação Brasileira de Imprensa (o ABI Online), clicando aqui. Esta entrevista foi reeditada e publicada no Jornal da ABI nº311, que tive o prazer de diagramar. Na capa, um dos destaques é a declaração do jornalista e escritor: “Há estudantes de Jornalismo que nunca abriram um livro!“. Para baixar este número em arquivo pdf, clique aqui.

Depois de receber o Jornal da ABI com sua entrevista, Moacir enviou-me uma simpática mensagem eletrônica que reproduzo abaixo:
“Consideradíssimo amigo, somente agora recebo o excelente Jornal da ABI, porque havia sumido o mensageiro para dar um pulo na agência dos Correios. A matéria ficou uma beleza, Ucha, uma beleza que não mereço.
Receba minha gratidão, extensiva, é claro, ao nosso chefe Maurício Azedo. E mais aquele abraço do Japi.”

Quer saber mais sobre o livro Carta a uma Paixão Definitiva? Leia o texto que a assessoria de imprensa da editora Nova Alexandria me enviou:Crônicas do escritor Moacir Japiassu, publicadas nos anos 80, viram livro envolvente e sedutor.

Embora comprometido com a realidade imediata, o jornalismo também pode refletir uma prática literária. E a crônica é o melhor exemplo disso, sobretudo quando capta o universal do momento e torna perene o aparentemente circunstancial. É o caso das crônicas reunidas em Carta a uma paixão definitiva, que o escritor Moacir Japiassu escreveu nos anos 80 e a Nova Alexandria acaba de publicar.

Nada escapa ao olhar de Japiassu, cujo texto saboroso é conhecido. Tendo o amor como tema central, estas crônicas, porém, refletem os diversos aspectos da vida contraditória daqueles anos de redemocratização, mas num sentido universal próprio dos alcançados pelos grandes cronistas.

Dividido em cinco campos temáticos , o livro Carta a uma paixão definitiva é obra para ser lida com o frescor de textos contemporâneos, mas que também nos conduz a uma divertida viagem por momentos importantes de nossa recente história.

O livro será lançado na nova sede da Livraria Cultura, recém-inaugurada no Conjunto Nacional, às 19 horas do dia 19 de junho.

Sobre o autor
Sertanejo de João Pessoa, como ele gosta de dizer, Moacir Japiassu nasceu em 4 de julho de 1942, filho de dona de casa e funcionário público, este transferido para Belo Horizonte em 1957. Japiassu iniciou a carreira jornalística no Correio de Minas, em 1962, antes de completar 20 anos, porém a literatura, paixão da juventude, só emergiu na maturidade, quando escreveu Unidos pelo Vexame (novela juvenil), O sapo que engolia ilusões (contos) e os romances A Santa do Cabaré, Concerto para Paixão e Desatino e Quando Alegre Partiste . Bem-humorado crítico do jornalismo, reuniu parte de seu trabalho em Jornal da ImprenÇa – A notícia levada açério, e, em Danado de bom!, o melhor da cozinha nordestina, revelou seu talento de chef de cuisine , talento nascido da penúria dos primeiros tempos.

É casado há 39 anos com a também jornalista Marcia Lobo, a “paixão definitiva”, e tem um filho, Daniel, que seguiu a profissão dos pais.

17 junho, 2007 at 10:50 am Deixe um comentário

Você já votou no Cristo Redentor?

Vote no Cristo Redentor clicando aquiFaltam 20 dias para que as votações que elegerão as Sete Novas Maravilhas do Mundo sejam encerradas e, se você ainda não votou no Cristo Redentor, faça isso já, independente da discussão sobre se o Rio de Janeiro merece receber essa honraria. Dê o seu voto primeiro e discuta depois. ;>)

Clique aqui para ir ao Flickr desta imagemPara saber mais sobre a história da construção do Cristo Redentor, uma maravilha da engenharia, do design e da escultura, você pode visitar esta página no site de fotos Flickr, e esta outra. Nelas você vai ver fotos históricas interessantíssimas e descobrir algumas curiosidades sobre essa história épica. Navegue também pelo hot site criado pela campanha Vote Cristo. Leia também esta matéria distribuída pela BBC Brasil e publicada no site Folha Online, de quando o Cristo Redentor foi escolhido como um dos 21 finalistas para ser uma das Sete Novas Maravilhas do Mundo. No último dia 6, o site do jornal O Globo publicou uma ótima matéria informando aos leitores de que o Cristo Redentor está entre os 10 mais votados e que as principais operadoras de telefonia celular não estão cobrando as taxas para o envio de votos em favor do nosso monumento, além de dar alguns outros links que devem ser visitados. Portanto vote pela internet clicando aqui e envie seu voto num torpedo pelo celular também, que é DE GRAÇA!

Para visitar o site das Sete Novas Maravilhas do Mundo, clique no link ou na imagem acima.

16 junho, 2007 at 4:43 pm Deixe um comentário

Os quatro renascentistas

As Tartarugas NinjaOs irmãos Tartarugas Ninjas – personagens do filme de animação que acabou de estrear nos cinemas brasileiros – receberam seus nomes de quatro dos maiores artistas do período Renascentista: Leonardo, Michelângelo, Rafael e Donatelo

Talvez o artista mais conhecido da nova geração seja justamente Leonardo da Vinci, devido ao livro O Código da Vinci, de Dan Brown e ao filme com Tom Hanks. Mas Leonardo foi muito mais do que essa misteriosa história policial tenta mostrar. Quem está em São Paulo (e, em breve, no Rio de Janeiro também) tem o privilégio de poder visitar a exposição Leonardo da Vinci – A Exibição de um Gênio na Oca (Parque do Ibirapuera). Lá estão expostas mais de 150 peças inspiradas na vida e obra deste artista e inventor italiano, considerado um dos maiores gênios da humanidade. Leonardo nasceu em 1452 e, entre seus mais populares trabalhos estão A Última Ceia e Mona Lisa.

Michelângelo Ludovico Buonarroti Simoni nasceu em 1475, foi pintor e escultor italiano e sua obra mais famosa são os afrescos da Capela Sistina. Rafael ou Raffaello Sanzio nasceu em 1483 e foi um mestre da pintura. Prodígio, com apenas 17 anos, já era considerado um dos grandes nomes de sua época. Já Donato di Niccoló di Betto Bardi, chamado Donatello, nasceu em 1386 em Florença e foi um admirável escultor. Dos quatro, Donatelo foi o único que não viveu na mesma época. Os outros três foram contemporâneos, mas o escultor morreu em 1466, quando Leonardo entrava na adolescência, onze anos antes de Michelângelo nascer e 17 anos antes de Rafael.

Para saber mais sobre estes quatro artistas do Renascimento visite os seguintes links:
> Rafael no Met e no Art Renewal
> Leonardo no Met e no Art Renewal
> Michelângelo no Met e no Art Renewal
> Biografia de Donatelo no Metmuseum e no Art Renewal
> Artcyclopedia – Neste site você pode fazer a pesquisa pelos nomes dos artistas e assim obter uma grande quantidade de links de museus e referências.

Agora… se você quer saber mais sobre a verdadeira história das Tartarugas Ninja, comece sua navegação, clicando aqui.

13 abril, 2007 at 9:25 pm Deixe um comentário

Falta educação

Caderno de Educação da Folha DirigidaEstou impressionado a visibilidade do texto Finalmente, a nova Folha Dirigida, sobre a reforma gráfica que ajudei a implantar no jornal. Ele é um dos mais procurados pelos internautas que chegam a este blog. Na área administrativa vejo que uma grande parte dos leitores utiliza o nome do jornal em diversos mecanismos de busca e acabam chegando aqui. Provavelmente são pessoas que buscam informações confiáveis a respeito de concursos, educação, emprego e cidadania. Afinal, o jornal é líder de mercado nessa área.

Em São Paulo, existe um concorrente chamado Jornal dos Concursos & Empregos, que tenta, desesperadamente, seguir os passos da Folha. Recentemente, esse semanário fez sua “reforma”, que incluiu mudança de tipologia e outras “novidades” que já havíamos implantado. Tudo isso foi feito para aproximar o JCE do novo visual da Folha Dirigida. Mas, apesar da tentativa de plágio gráfico, o máximo que conseguiram foi mostrar o quanto estão incomodados com a nossa saudável concorrência.

Mas eles não desistem e, nesta semana, publicaram um editorial com o primoroso título de “Educação!! Questão urgente e indispensável“, onde se lê o óbvio ululante que vários textos, absolutamente rasos, já falaram sobre o assunto. Mas, a realidade é que esse editorial foi apenas um pretexto para que o JCE, de maneira deselegante e pouco inspirada, atacasse o concorrente ao apontar um erro de digitação num título publicado na edição paulista da Folha Dirigida. Depois de dissertar sobre como alunos despreparados chegam às universidades, “de onde acabam saindo profissionais incapazes”, vem o ponto fundamental do texto:

“E na imprensa? Cada vez encontramos mais textos sem estrutura, péssimo nível gramatical, cultural e até falta de atenção. Com isto, absurdos como o acontecido na última semana, quando um semanário estampou em sua primeira página a palavra “níveus” em vez de “níveis”, serão cada vez mais freqüentes!”

Independentemente da aparente nobreza desse artigo, a questão real que fica é o que um erro de digitação e a tal “falta de atenção” tem a ver com a situação da educação no país? Erros acontecem diariamente, em todos os jornais. Veja o belo exemplo da Folha de S.Paulo, que publica a seção Erramos (leia texto que já publiquei neste blog sobre o assunto, clicando aqui). E o descuido que o tal editorial menciona, foi uma evidente troca de letras: o “i” e o “o” estão lado a lado no teclado. Qual o sentido de tudo isso? Inveja? Incômodo? Sei lá…

Como não há sentido prático, por si só, esse editorial já seria hilário. Porém, o resultado ficou ainda mais engraçado quando o editor, ao tentar finalizar seu texto de maneira pungente, escorrega em sua própria falta de atenção ao perguntar no último parágrafo: “O que será de uma nação sem a eucação?” É isso mesmo! O autor esqueceu de digitar o “d” da palavra educação!
Quanta empáfia para um desfecho tão ridículo!

E olha que não é só isso. No próximo texto comento um erro grosseiro nesta mesma edição no JCE. E é num título de uma manchete…

;^)

(Continua em Cadê o hífen?)

18 março, 2007 at 8:30 pm Deixe um comentário

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